quarta-feira, 30 de março de 2011

Sin lágrimas para tu alma


 Abismos abstrayentes, esencia permanente, tejidos tenues de pieles secas, un libro y una voz.
 Una risa sarcástica, una mirada ignorada, conóceme antes de señalar, yo reiré cuando torne gris tu vida.
Sin piedad ante tus dedos rotos, sin lágrimas para tu alma arrepentida, ideas se inyectan en mi sangre, mis rodillas tiemblan otra vez.


terça-feira, 29 de março de 2011

Condessa Elizabeth Bathory - a Historia


 A Condessa Elizabeth Bathory (Erzsebet Báthory, do original), foi uma das mulheres mais perversas e sanguinárias que a humanidade já conheceu. Os relatos sobre ela ultrapassam a fronteira da lenda e a rotulam através dos tempos como A Condessa de Sangue.
Nascida em 1560, filha de pais de famílias aristocráticas da Hungria, Elizabeth cresceu numa época em que as forças turcas conquistaram a maior parte do território Húngaro, sendo campo de batalhas entre Turquia e Áustria. Vários autores consideram esse o grande motivo de todo o seu sadismo, já que conviveu com todo o tipo de atrocidades quando criança, vendo inclusive suas irmãs sendo violentadas e mortas por rebeldes em um ataque ao seu castelo. Ainda durante sua infância, ficou sujeita a doenças repentinas acompanhadas por uma intensa ira e comportamento incontrolável, além de ataques epiléticos. Teve uma ótima educação, inclusive sendo excepcional pela sua inteligência. Falava fluentemente húngaro, latim e alemão. Embora capaz de cometer todo tipo de atrocidade, ela tinha pleno controle de suas faculdades mentais.
Aos 14 anos engravidou de um camponês, e como estava noiva do Conde Ferenc Nadasdy, fugiu para não complicar o casamento futuro; que ocorreu em maio de 1575. Seu marido era um oficial do exército que, dentre os turcos, ganhou fama de ser cruel. Nos raros momentos em que não se encontrava em campanha de batalha, ensinava a Elizabeth algumas torturas em seus criados indisciplinados, mas não tinha conhecimentos da matança que acontecia na sua ausência por ação de sua amada esposa.
Pintura de época, foto ilustrada real de Elizabeth Bathory

Quando adulta Elizabeth tornou-se uma das mais belas aristocratas. Quem em sua presença se encontrava, não podia imaginar que por trás daquela atraente mulher, havia um mórbido prazer em ver o sofrimento alheio. Num período em que o comportamento cruel e arbitrário dos que mantinham o poder para com os criados era algo comum, o nível de crueldade de Elizabeth era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava motivos para aplicar punições e se deleitava na tortura e na morte de suas vítimas; muito além do que seus contemporâneos poderiam aceitar. Elizabeth enfiava agulhas embaixo das unhas de seus criados. Certa vez, num acesso de raiva, chegou a abrir a mandíbula de uma serva até que os cantos da boca se rasgassem. Ganhou a fama de ser “vampira” por morder e dilacerar a carne de suas criadas. Há relatos de que numa certa ocasião, uma de suas criadas puxou seu cabelo acidentalmente aos escová-los. Tomada por uma ira incontrolável, Bathory a espancou até a morte. Dessa forma, ao espirrar o sangue em sua mão, se encantou em vê-lo clarear sua pele depois de seco. Daí vem à lenda de que a Condessa se banhava em sangue para permanecer jovem eternamente.
Acompanhando a Condessa nestas ações macabras, estava um servo chamado apenas de Ficzko, Helena Jo, a ama dos seus filhos, Dorothea Szentos (também chamada de Dorka) e Katarina Beneczky, uma lavadeira que a Condessa acolheu mais tarde na sua sanguinária carreira.
Castelo Čachtice dias atuais, perto da cidade de Vishine, a nordeste do que é hoje Bratislava, onde a Áustria, a Hungria e a Eslováquia se juntam.
Nos primeiros dez anos, Elizabeth e Ferenc não tiveram filhos pela constante ausência do Conde. Por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma menina que chamou de Anna. Nos nove anos seguintes, deu à luz a Ursula e Katherina. Em 1598, nasceu o seu primeiro filho, Paul. A julgar pelas cartas que escreveu aos parentes, Elizabeth era uma boa mãe e esposa, o que não era de surpreender; visto que os nobres costumavam tratar a sua família imediata de maneira muito diferente dos criados mais baixos e classes de camponeses.
Um dos divertimentos que Elizabeth cultivava durante a ausência do conde, era visitar a sua tia Klara Bathory. Bissexual assumida e muito rica e poderosa, Klara tinha sempre muitas raparigas disponíveis para ambas “brincarem”.
Em 1604 seu marido morreu e ela se mudou para Viena. Desse ponto em diante, conta à história que seus atos tornaram-se cada vez mais pavorosos e depravados. Arranjou uma parceira para suas atividades, uma misteriosa mulher de nome Anna Darvulia (suposta amante), que lhe ensinou novas técnicas de torturas e se tornou ativa nos sádicos banhos de sangue. Durante o inverno, a Condessa jogava suas criadas na neve e as banhava com água fria, congelando-as até a morte. Na versão da tortura para o verão, deixava a vítima amarrada banhada em mel, para os insetos devorarem-na viva. Marcava as criadas mais indisciplinadas com ferro quente no rosto ou em lugares sensíveis, e chegou a incendiar os pelos pubianos de algumas delas. Em seu porão, mandou fazer uma jaula onde a vítima fosse torturada pouco a pouco, erguendo-a de encontro a estacas afiadas. Gostava dos gritos de desespero e sentia mais prazer quando o sangue banhava todo seu rosto e roupas, tendo que ir limpar-se para continuar o ato.
Quando a saúde de Darvulia piorou em 1609 e não mais continuou como cúmplice, Elizabeth começou a cometer muitos deslizes. Deixava corpos aos arredores de sua moradia, chamando atenção dos moradores e autoridades. Com sua fama, nenhuma criada queria lhe servir e ela não mais limitou seus ataques às suas servas, chegando a matar uma jovem moça da nobreza e encobrir o fato alegando suicídio.
As investigações sobre os assassinatos cometidos pela Condessa começaram em 1610. Foi uma excelente oportunidade para a Coroa que, há algum tempo, tinha a intenção de confiscar as terras por motivos de dívida de seu finado marido. Assim, em dezembro de 1610 foi presa e julgada. Em janeiro do ano seguinte foi apresentada como prova, anotações escritas por Elizabeth, onde contava com aproximadamente 650 nomes de vítimas mortas pela acusada. Seus cúmplices foram condenados à morte e a Condessa de Bathory à prisão perpétua.
Ilustração fiel, o costela da Condessa, Castelo Čachtice

Foi presa num aposento em seu próprio castelo, do qual não havia portas nem janelas, só uma pequena abertura para passagem de ar e comida.
Ficou presa até sua morte em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras de Bathory, em Ecsed. O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante, a ideia de ter a “Infame Senhora” sepultada na cidade.
Até hoje, o nome Erzsebet Báthory é sinônimo de beleza e maldade para os povos de toda a Europa.

Fama e referências posteriores
Não foi senão cem anos mais tarde que um padre jesuíta, Laszlo Turoczy, localizou alguns documentos originais do julgamento e recolheu histórias que circulavam entre os habitantes de Čachtice. Turoczy incluiu um relato de sua vida no livro que escreveu sobre a história da Hungria. Seu livro sugeria a possibilidade de Erzsébet ter-se banhado em sangue. Publicado no ano de 1720, o livro surgiu durante uma onda de interesse pelo vampirismo na Europa oriental.

Em 2008, foi filmado Bathory, com direção de Juraj Jakubisko e escrito por John Paul Chapple (diálogo) e Juraj Jakubisko (roteiro), sendo este uma produção da República Tcheca. O filme romantiza a história da condessa, assim como lança algumas possíveis explicações para as lendas que surgiram sobre Erzsébet.

domingo, 27 de março de 2011

E o sol eras tu


Em  terras  de  minha  alma  um  jardim...   Seco, sem  flores, sem  folhas; aparentemente  estéril  morto.   Um  dia, uma  manhã, penetrou-lhe  o Sol; e o Sol eras Tu, a  promessa  de  amor, paixão, luxúria, loucura, medo, dor, prazer, admiração...
  
Teu  calor  e  tua  luz  perturbaram-me, fez-me  arder.   Onde  fora parar minha  serenidade, fria, pálida, insossa?    A estranheza  consumia-me num  antagonismo  de  negação  e  atração que  eu não  podia  domar.
   Porém, teu  calor veio  tranquilo, plácido...   Tão  sutil  que não  percebi minha  pele  e  meu  coração  sendo  piro grafados  com  as  tuas marcas, pelo  teu  calor.   Fez-se  posseiro, fez-me  posse, teu, submetido, escravizado.
   
Hoje  meu  jardim  está  reluzente, fecundo  pelo  ardor,teu  açoite  o  fez florescer  em  pétalas  coloridas  para  o  teu  deleite.
   Tal  qual  o   girassol, volto-me  todo  o  tempo  para  o  Sol  de  minha vida, sempre  desejando  tuas  carícias  ardidas  e  doridas, vívidas.  Tua luz  ousada  que  adentra  cada  espaço  que  há  em mim, na  forma  de  teu  olhar, teus  raios  me  lambem com  o  atrevimento  de  quem  é Dona, fazendo  brotar em  mim  gotas  viscosas  de  prazer. . .
   
Teu  cheiro  me  chama  como  um  imã, acendendo  ainda mais  o  meu desejo; e  sobre  o  leito, na  alcova, despetala-me  pela  dor, pelo  prazer, pela  paixão  e  pelo  amor.
                                                        
Por Tiago Dotto(Goticus Eternus)

sábado, 26 de março de 2011

Ecliptyka – Abrindo show de Tarja Turunen (HSBC SãoPaulo 2011)_ Release do novo album


A noite do dia 12 de março estava apenas começando para aproximadamente 3 mil fãs no show da ex vocalista do Nightwish, Tarja Turunen no HSBC Brasil em São Paulo.

Para esquentar a noite, a banda convidada para abertura deste magnífico show foi Ecliptyka, banda de Jundiaí, interior de São Paulo, que entrou no palco pontualmente as 20:40h, mostrando muito apreço e profissionalismo aos presentes.
O show iniciou com “The Age of Decadence”, um sampler instrumental, seguido pelo surgimento dos integrantes no palco, bem como por um gutural masculino marcante em “We Are The Same”, mesclado a bela voz da vocalista Helena Martins que permaneceu extremamente afinada. Em “Fight Back”, predominou o vocal feminino, dando um toque suave a toda a música, não perdendo seu peso instrumental principalmente em seu solo de guitarra, deixando o público bem animado que encerrou batendo palmas e gritando o nome da banda e vocalista.
Em “Splendid Cradle”, entrou um convidado especial, Danilo Herbert do Mindflow, fazendo uma ótima apresentação, com muita sintonia junto à banda e entrosamento perfeito com Helena. “Echoes From War”, outra música instrumental, iniciou-se com um toque sombrio em que lembrou cantos gregorianos numa versão pesada, dando abertura para “Hate” e “I´ve Had Everything”, música cantada também pelo guitarrista principal assumindo o back vocal.
Com Helena sorridente e mostrando muita simpatia e sempre comunicativa com o público, a Ecliptyka decidiu fazer uma breve homenagem ao After Forever, executando um cover de “Face Your Demons”, fazendo o público pular e acompanha-los no refrão. Em seguida veio “Unnatural Evolution” e “Dead Eyes”, encerrando o show com carisma e alegria, com o público fervoroso e clamando pela banda, fazendo parecer, por um momento, como se este fosse o show principal da noite.
Outro video agora com Face of Demons, do After Forever:

 Set List:
01 - The Age of Decadence (intro instrumental)
02 - We Are The Same
03 - Fight Back
04 - Splendid Cradle (participação especial de Danilo Herbert da banda Mindflow)
05 - Echoes From War (intro instrumental)
06 - Hate
07 - I've Had Everything
08 - Face Your Demons (After Forever cover)
09 - Unnatural Evolution
10 - Dead Eyes


Lançado em 2011 é o primeiro álbum da banda.

O álbum tem como temática o desmatamento, o aquecimento global, as guerras, a corrupção. Conta com a participação especial de Danilo Herbert (Mindflow) nos vocais de Splendid Cradle e Berço Esplêndido. e de Marcelo Carvalho (Hateful) nos vocais guturais de We Are the Same. O álbum foi masterizado por Brendan Duffey, no Norcal Estúdio, em São Paulo.

Formação:
Helena Martins - Vocal
Guilherme Bollini - Guitars and Scream Vocals
Hélio Valisc - Guitars and Backing Vocals
Eric Zambonini - Bass
Tiago Catalá - Drums

sexta-feira, 25 de março de 2011

Fractal "Set me of fire" estreiante banda de "gothic metal" Russa

Site oficial: http://www.myspace.com/fractalsamara
O Gothic Metal tende a ser um estilo um pouco versátil. Para comprovar isso basta analisar as bandas do gênero, algumas delas são melancólicas, tristes e menos pesadas, outras são mais agressivas, mais rápidas e gozam mais do peso, algumas são lentas e graves, outras já utilizam um andamento mais acelerado, enquanto algumas utilizam vocais femininos, outras usam masculinos, podendo ser vocais limpos ou guturais, e até mesmo a mistura de mais de um tipo de vocal. Bom, e com todas essas opções, é difícil sermos adeptos ao estilo por um todo, pois as bandas não seguem rigidamente a mesma linha musical.
Podemos enquadrar o Fractal na ala das bandas pesadas, mais rápidas e menos melancólicas. O grupo utiliza vocais femininos limpos, mas também fazem o uso de guturais vários momentos, para dar um ar de agressividade. Outro fator que difere um pouco o Fractal de outras bandas de Gothic Metal é que a banda não utiliza teclados, consequentemente também não temos aquelas atmosferas sombrias e obscuras características de muitas bandas do gênero, causada pelo instrumento, porém podemos compensar isso com os falsetes e sofejos de Ulyana e alguns timbres de guitarra, que acabam compensando em partes a falta do instrumento e a falta dessa temática negra.

Apesar de pequenas divergências - que em hora alguma fazem a banda não ser Gothic Metal -, o Fractal é uma ótima banda. “Set Me Fire” é um disco extremamente bem produzido e mixado para ser um debut, diga-se de passagem, tendo em vista que a banda não conta com membros renomados da cena russa - ao menos não ainda, pois o Fractal tem calibre e tanto para fazer Ulyana, Timur, Alexander, Nikita e Alexey serem grandes nomes não só do Gothic Metal russo, como também mundial.


1. Intro - 01:13
2. While Your Heart Is Beating - 03:45
3. Sad Rose - 03:54
4. He Remembers Forgotten Beauty - 05:26
5. The Stolen Child - 04:47
6. Sweeter Than Honey - 04:13
7. Storm Wind - 03:23
8. Devil's Bed - 05:13
9. Set Me on Fire - 06:19

Ulyana Mikhailova - Vocals
Timur Galiulin - Guitar
Alexander Leprecon Jenko - Guitar, backing vocals
Nikita Marchenko - Bass
Alexey Kornev - Drums

Leaves' Eyes: Novo clipe oficial promo “To France” e detalhes do novo album

Site oficial: http://www.leaveseyes.de/
O LEAVES’ EYES gravou um cover da música “To France” do Mike Oldfield para o novo disco que será lançado no dia 22 de abril. Atualmente, a banda está na Suécia para gravar o clipe dessa música e o diretor será Patrick Ullaeus que já trabalhou com o Leaves’ Eyes no clipe da música “My Destiny”.

O disco foi produzido por Alexander Krull, marido da vocalista Liv Kristine, e mixado no estúdio Mastersound. O álbum foi gravado na Suíça, Áustria e Alemanha e a arte da capa ficou por conta do Stefan Heilemann. E este será o primeiro disco que terá a participação do novo baixista da banda, J.B. van der Wal, que entrou após a saída de Alla Fedynitch. A ex-baixista disse que deixou a banda por “motivos pessoais”.
Sobre o título do disco, a vocalista Liv Kristine explica: “O título do álbum é “Meredead”, assim como uma das músicas do álbum”. Essa palavra fui eu que criei (pelo menos ainda não encontrei no dicionário ainda) e pode significar morto/no mar ou “o mar dos mortais ou mar da morte”. A capa do disco pode ser vista aqui embaixo e a lista de músicas, assim como o video promo oficial também:

01. Spirits' Masquerade
02. Étaín
03. Velvet Heart
04. Kråkevisa
05. To France (cover do Mike Oldfield)
06. Meredead
07. Sigrlinn
08. Mine Tåror er ei Grimme
09. Empty Horizon
10. Veritas
11. Nystev
12. Tell-Tale Eyes
13. Sorhleod (faixa bônus)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Kryptriea - lançamento de novo album e video clip oficial “All Beauty Must Die”

 
A banda alemão-coreana Krypteria lançou o vídeo da música “Live To Fight Another Day”. Esse é o primeiro single de trabalho do novA banda alemão-coreana Krypteria lançou o vídeo da música “Live To Fight Another Day”. Esse é o primeiro single de trabalho do novo álbum “All Beauty Must Die” que será lançado no dia 22 de abril.o álbum “All Beauty Must Die” que será lançado no dia 22 de abril.




quarta-feira, 23 de março de 2011

Corazon en recuerdos


 “...que puede ser el dolor en el tempo,
que puede ser un recuerdo,
que entre tormento

Tan lento nos destruye y carcome por dentro,
que en el tiempo tantos recuerdos

que entre sueños perecemos,
amando tan solo en sueños
destridos ya solo con el corazon muerto...”

Por Tiago Dotto (Goticus Eternus)

terça-feira, 22 de março de 2011

Banda Rosa Tattoada prévia lançamento do DVD



A banda ROSA TATTOOADA disponibilizou uma prévia do seu DVD "Ao Vivo no Bar Opinião", gravado em maio de 2010.
O material conta com vários clássicos da banda em quase 23 anos de estrada, incluindo músicas como "Rock and Roll Até Morrer", "Tardes de Outono", "Rendez Vous" e "O Inferno Vai Ter Que Esperar".
O lançamento do DVD será lançado no dia 12 de maio no Teatro Renascença, em Porto Alegre.
Confira abaixo a prévia do DVD.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Perfeita Maldição

 O som do vento era perfeito
A chuva era perfeita
O sol era perfeito
Minha mente era perfeita
Não fosse à maldição
Andar na rua era perfeito
Meu riso era perfeito
A noite era perfeita
Os olhares eram perfeitos
Não fosse a maldição
O dia poderia ser perfeito
Os sons eram perfeitos
A terra era perfeita
Se não fosse a maldita maldição
A mentira é perfeita
A verdade imperfeição
A tristeza é perfeita
Alegria imperfeição
E a infame maldição
Querer era perfeito
Nunca ter, imperfeição
Maldição
Humano é o maldito
Gente, maldição
Se eu fosse formiga Perfeição
Eu sou humana Maldição..

De Darlene Alves (linda poetiza dos olhos verdes)