domingo, 15 de maio de 2011

Anjo:definição historica da palavra, esclarecimentos, fatos e relatos


A palavra Anjo (do grego Angelus e do latim Angelu) de forma geral, significa mensageiro ou emissário. No entanto, mais do que o significado puro da palavra, os anjos têm uma presença imensamente importante na religiosidade de diversas culturas.
Sob uma análise mais ampla, anjos são entidades espirituais incumbidas de conduzir a palavra e a vontade divina entre os seres humanos. São imortais, dotados de inteligência superior ao intelecto do homem, possuem vontade e personalidade própria.
No período histórico que corresponde à Antiguidade, entre civilizações pré-cristãs, já são encontradas alusões à seres de origem divina que trazem uma conotação muito próxima da que atualmente é atribuída aos anjos. Esta acepção está frequentemente associada às diversas religiões, embora seja mais comum e difundida no cristianismo.
Os anjos estão presentes dentro de algumas doutrinas esotéricas, sendo possível, através de rituais específicos, estabelecer um canal de comunicação com estas criaturas e potencializar suas influências sobre atividades cotidianas do homem.
No Espiritismo, os anjos são considerados “espíritos desencarnados” que se comunica com o mundo físico. Na astrologia, os planetas estão associados aos anjos, como por exemplo, Miguel está relacionado ao Sol, Gabriel à Lua e Samael ao planeta Marte. Nas tradições orientais, os anjos são comumente representados vestindo túnicas esvoaçantes. Entre os tibetanos há a crença de anjos chamados de Dakas e anjos do sexo feminino chamadas de Dakinis.
Na tradição judaico-cristã os anjos foram criados por Deus para agirem diretamente sobre a terra e conduzir a mensagem divina. Também assumem um caráter combativo ao portarem “espadas de fogo” e colocarem-se como guardiões do Reino do Céu.
Tanto no antigo como no novo Testamento há diversas citações sobre anjos. Como exemplo, as passagens de Maria e o Anjo Gabriel e o episódio da tentação de Cristo no deserto. No livro de Lucas (Cap. I) o Anjo Gabriel dirige-se à Maria: “E, entrando o anjo onde ela estava disse: Salve agraciada; o Senhor é contigo” e “Disse-lhe então o anjo: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus”.
No episódio da Tentação de Jesus, (Matheus – Cap. VI – Versículo IV) o demônio persuade Cristo: “e disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.”
Ainda, sob uma abordagem cristã, mas já combinada com o sincretismo popular, há os chamados “Anjos da Guarda”, que seriam “anjos pessoais” que cada ser humano teria ao seu lado com a função de protegê-lo e guiá-lo.
No entanto, anjos não trazem apenas ideias positivas. Como exemplo, Lúcifer, em sua origem, também era um anjo que se rebelou contra a onipotência divina e, por este motivo, foi expulso do Reino do Céu.

Hierarquia Angelical
Entre os anjos haveria uma espécie de hierarquia distinta entre classes e funções. Sendo assim, são nove ordens compostas por Serafins, Querubins, Tronos, Dominações, Potências, Virtudes, Principados, Arcanjos e Anjos, divididos em três grupos:
Ilustração Querubim

Primeira Tríade
Formada por “anjos de existência superior” que têm íntimo contato com Deus e dedicam-se a adorar seu criador. Nesta primeira tríade encontram-se os Serafins, Querubins e Tronos.
Obra de Guido Reni "Serafin"
Os Serafins (de o hebreu queimar ou consumir) são responsáveis por assistirem ao trono divino. Os Querubins (do hebraico Chérub, que pode ser interpretado como plenitude de sabedoria e ciência) são seres que detêm o conhecimento e atuam como mensageiros de Deus. Os Tronos são os guardiões do planeta e têm a missão de auxiliar outros anjos de ordens inferiores.
Segunda Tríade
Composta por Príncipes da Corte Celestial que se dividem em Dominações, Potências e Virtudes. Os anjos da classe Dominações são responsáveis pela observação do cumprimento das ordens de Deus por parte de outras classes angelicais. Atribuem aos outros anjos funções específicas e atuam como elemento de integração entre os mundos materiais e espirituais.
Os anjos pertencentes à classe Potência são responsáveis pela proteção dos animais e são capazes de operar milagres. Dentro desta classe há os anjos responsáveis pelo nascimento e morte humana.
Virtudes é a terceira classe desta tríade e é responsável pela eliminação dos obstáculos naturais que interferem no cumprimento da vontade divina. São portadores e condutores de bênçãos que se refletem em milagres.
Escultura Arcanjo São Miguel

Terceira Tríade
A Terceira Tríade angelical é responsável pela condução dos caminhos dos homens e das nações. Este grupo é formado por Principados, Arcanjos e Anjos. Os Principados são responsáveis pela guarda dos países e das cidades, reinos e províncias; além da fauna e flora da Terra.
Os Arcanjos são aqueles que servem à Deus e aos homens. São responsáveis por vários aspectos da existência humana, como a sabedoria e os bons relacionamentos. Os Arcanjos também são encarregados de enfrentar diretamente as legiões demoníacas.
Os Anjos são os que estão mais próximos da humanidade e zelam pelo bom desenvolvimento do homem na Terra. São responsáveis diretos pelo auxílio dos seres humanos em atividades cotidianas, incluindo necessidades do plano material. É nesta classe que se encontram os populares Anjos da Guarda.



Iconografia Angelical
Apesar de ser representada artisticamente desde as primeiras civilizações, a imagem dos anjos tornou-se muito mais frequente na Idade Média. Neste período, sobre forte influência da Igreja Católica, os anjos deixaram de ser apenas uma ideia presente no imaginário popular e um elemento da religiosidade, para adquirirem cores nas telas e gravuras medievais e ganharem formas físicas nas esculturas que compõem as 

França, Champanhe,catedral de Reims

catedrais góticas.
Nestes casos, geralmente, o Anjo é representado como uma criança ou um belo jovem. Em ambas as situações são atribuídas asas de pássaro e uma auréola sobre a cabeça. Estes elementos simbolizam valores morais como inocência, santidade e bondade.
Arte cemiterial
Ainda, na arte cemiterial, os anjos são frequentemente encontrados não apenas como um ornamento funerário, mas principalmente com um simbolismo próprio que pode representá-los como um mensageiro de Deus, como aquele que conduz o falecido ao Reino Divino ou como a ressurreição do espírito, entre outros.
Entretanto, mais do que as representações artísticas, os anjos têm um papel fundamental na psique humana. A crença em seres superiores que acompanham os homens e os conduzem por toda sua vida funcionando como um elo entre o divino e o humano, auxilia no desenvolvimento e fortalecimento da fé, gerando um conforto psicológico e espiritual.

Anjo Caido "definição,fatos, liturgia,historia" mito?


Um 'Anjo caído é um demónio ou demônio, do grego δαίμων (o que divide), que na tradição judaico-cristão, é um ser intermediário entre o homem e Deus, um anjo, que se afastando do plano divino, tornou-se voluntariamente um espírito do Mal.
Na teologia cristã (católica, ortodoxa e protestante) e o Anjo Caído ou Anjo Decaído é um anjo que cobiçando um maior poder, acaba se entregando "às trevas e ao pecado". O termo "anjo caído" indica que é um anjo que caiu do Paraíso. O Anjo Caído mais famoso é o próprio Lúcifer. Os Anjos Caídos são bastante comuns em histórias de conflitos entre o bem e o mal.
Quadro de Mihály Zichy, "Lúcifer". Mostra o
banimento de Lúcifer do Céu por Deus.
Doutrina:
 *obs(numeros, capitulos retirandos de varias obras como forma de pesquiza, estão compostos nos parenteses abaixo)
Para os cristãos, os demônios são anjos maus que, chefiados por Lúcifer ou Satanás, se rebelaram contra Deus, pecando por orgulho, como se pudessem tornar iguais ao Criador e foram, por isso, condenados e precipitados, para sempre, no inferno (Cf. Is 14, 12; Mt 24,11; 2 Pd 2,4; Ap 12, 7-9). O cristianismo ensina que Deus não criou seres propensos ao mal e nem os condenou ao Inferno, foram eles que usando de seu Livre Arbítrio se rebelou e condenaram a si próprios. O Credo e a Sagrada Escritura nos ensinam que Deus criou todas as coisas, visíveis e invisíveis. Assim, os primeiros seres que Ele criou foram os puros espíritos, ditos Anjos, dos quais alguns se revoltaram contra o Criador, tornando-se demônios, condenados eternamente (Cf. Cl 1, 16; Jd 6; Mt 25, 41). A Escritura e a Tradição afirmam que o Diabo foi primeiro um anjo bom, criado por Deus. Em 1215, o Quarto Concílio de Latrão afirmou: “De fato, o Diabo e os outros demônios foram por Deus criado naturalmente bom; mas eles, por si, é que se fizeram maus”. A Bíblia fala do pecado destes anjos caídos (Cf. 2 Pd 2,4). O ‘’Catecismo da Igreja Católica’’ ensina que “a queda consiste na livre opção destes espíritos criados, que radical e irrevogavelmente recusaram Deus e o seu Reino. Encontramos um reflexo desta rebelião nas palavras do tentador aos nossos primeiros pais: ‘Sereis como Deus’ (Gn 3,5). O Diabo é ‘pecador desde o princípio’ (1 Jo 3, 8), ‘pai da mentira’ (Jo 8, 44). É o caráter irrevogável da sua opção, e não uma falha da infinita misericórdia de Deus, que faz com que o pecado dos anjos não possa ser perdoado” (CEC art. 392 e 393). São João Damasceno em sua obra “A fé Ortodoxa” (II, 4: PG 94, 877) afirma: “Não há arrependimento para eles depois da queda, tal como não há arrependimento para os homens depois da morte”. Assim, por detrás da opção de desobediência dos nossos primeiros pais, há uma voz sedutora, oposta a Deus (Gn 3, 1-5) a qual, por inveja, os faz cair na morte (cf. Sb 2, 24). A Escritura e a Tradição vêm neste ser um anjo decaído, chamado Satanás (cf. CEC art. 391). Ensina a doutrina que os demônios, sendo inimigos da natureza humana assumida pelo Verbo de Deus, agindo por ódio contra Deus e pela inveja que têm ao gênero humano (cf. Mt 8,16; Ef 6,12; 1 Pd 5, 8), procura induzir o homem ao mal, podendo mesmo, com permissão divina, causar-lhe algum dano ao corpo e aos bens que possui, como aconteceu com Jó. O Papa Paulo VI, tratando do assunto, reafirmou que "Os demônios estão na origem da primeira desgraça da humanidade: foi o tentador pérfido e fatal do primeiro pecado, o pecado original (Gn 3; Sb 1, 24). Com a queda do homem, o Diabo adquiriu um certo poder sobre o homem, do qual só a redenção de Cristo pode libertar. É história que dura ainda hoje. Recordemos os exorcismos do Batismo e as frequentes referências da Sagrada Escritura e da Liturgia ao agressivo e premente poder das trevas (Cf. Lc 22, 53; Cl 1, 13). O Diabo é o 'adversário número um', é o tentador por excelência. Sabemos, portanto, que este ser obscuro e perturbador existe realmente e que ainda atua com astúcia traiçoeira. É o adversário oculto que semeia erros e desgraças na história humana ... O 'Anjo Mau' é o homicida desde o princípio ... e o 'Pai da Mentira', como o define Cristo (Cf. Jo 8, 44-45); é o insidiador sofista do equilíbrio moral do homem. É ele o pérfido e astuto encantador que sabe insinuar-se em nós, através dos sentidos, da fantasia, da concupiscência, da lógica utopista, ou dos desordenados contatos sociais na realização de nossas obras para introduzir lhes desvios, tão nocivos quanto, na aparência, conformes com as nossas estruturas físicas ou psíquicas, ou com as nossas profundas e instintivas aspirações". O mesmo pontífice afirmou que "A fumaça de Satanás está entrando pelas frestas da Igreja", ou seja, o Diabo e seus demônios não deixam de perseguir e atacar os membros da Igreja seja leigo ou clérigos, do mesmo modo ameaçador que tentou a São Pedro e os demais apóstolos (Cf. Lc 22, 31). Mas, os poderes infernais jamais prevalecerão contra a Igreja, em sua organização e doutrina (Mt 16, 18). Em sua providência, Deus não permite que sejamos tentados acima de nossas forças, de sorte que sempre podemos e devemos resistir aos demônios, como fez Cristo e nos exorta o apóstolo São Tiago (Cf. MT 4; Tg 4,7; 1 Cor 10,13). A doutrina ensina que os demônios procuram arrastar ao inferno as almas humanas, empregando para isto as tentações e as obsessões. As tentações são más inspirações e ciladas Armadas contra as almas dos homens, devido à natureza perversa dos homens, da qual os demônios se aproveitam. As obsessões são os tormentos sensíveis que os demônios exercem nos corpos. Contudo, sabe-se pelos Evangelhos que, além das tentações ordinárias e obsessões malignas, pode haver raros casos de possessão diabólica (Mt 8, 28-32; 12,22), ou seja, um demônio se apodera da ação humana, tomando posse do corpo do homem, usando-o como instrumento para blasfêmias e maldições. A doutrina ensina que “A graça é a defesa decisiva contra os ataques dos demônios”. O cristão deve ser militante; deve ser vigilante e forte, recorrendo ás vezes a algum exercício ascético especial, para afastar determinadas invasões diabólicas. Jesus ensina isto, indicando como remédio a oração e o jejum (Cf. Mc 9,29) e a Igreja recomenda a confiante devoção de cada homem ao seu Anjo da Guarda. O ‘Catecismo da Igreja Católica’ conclui que: “o poder de Satanás não é infinito”. 
A queda do Diabo, segundo Gustave Doré
Satanás é uma simples criatura, poderosa, pelo fato de ser puro espírito, mas, de qualquer modo, criatura: impotente para impedir a edificação do Reino de Deus. Embora satanás exerça no mundo a sua ação, por ódio contra Deus e o seu reinado em Jesus Cristo, e embora a sua ação cause graves prejuízos – de natureza espiritual e indiretamente, também, de natureza física – a cada homem e à sociedade, essa ação é permitida pela Divina Providência, que com força e suavidade dirige a história do homem e do mundo. A permissão divina da atividade diabólica é um grande mistério. Mas, ‘“nós sabemos que Deus concorre em tudo para o bem daqueles que O amam’ (Rm 8, 28)”.
Aparencia:
 Existem várias imagens de um Anjo Caído, algumas muito parecidas com a de um "Anjo Luminoso". Entre elas, podemos citar: um homem com grandes e negras asas de morcego; um anjo sem a sua auréola e com as asas de penas negras; um homem com a metade direita com asas de anjo e a metade esquerda com asas de demônio, um anjo bom com uma asa quebrada e até mesmo como um anjo comum, porém sem o carisma e a graça angelical deste.
Referências musicais:
Há letras de músicas que citam Anjo Decaído. Uma das mais famosas, mas, no entanto longe de ser a única que aborda o assunto tão explicitamente é a Sympathy for the Devil da banda inglesa Rolling Stones. Há também uma versão da mesma música com a banda americana de rock Guns N' Roses. Nesta música o anjo decaido era no Céu como um grande maestro que conduzia a orquestra de Deus. Zeca Baleiro cita na música Heavy metal do senhor, uma banda do diabo formada por anjos decaídos.
Livros:
Há também alguns livros, cujo história são entorno de Anjos caídos. Os livros mais famosos são:
Hush,_Hush - Becca Fitzpatrick (romance)
Fall - Lucas Collito (romance/suspense)
Fallen - Lauren Kate (romance/suspense)

Ligações externas:
Buddha's Land of Enlightenment: Fallen Angels — Uma explicação detalhada sobre anjos caídos. (em inglês)

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Livro Alma e Sangue - Vol. 03 - Kara e Kman

 Alma e Sangue - Vol. 03 - Kara e Kman
Descrição
Kara e Kmam - Segredos de Alma e Sangue, de Nazarethe Fonseca, é uma aventura nascida da saga de sucesso Alma e Sangue, que conquistou centenas de fãs no país. De um lado, Jan Kmam, um vampiro de 400 anos e muitos poderes; do outro, Kara Ramos, sua jovem, bela e enigmática amada, que acaba descobrindo o mundo vampiro ao lado de um mestre sem igual. Kara precisa ser a melhor no que faz aprender a se defender, a lutar e a vencer. Porém, um segredo colocará o amor de ambos a prova. Sem que Kara perceba, tal mistério vai colocá-la diante do rei dos vampiros e acabará por enredá-la numa teia de sedução e desejos proibidos. Leitura obrigatória para os fãs da série, Kara e Kmam é também a chave para desvendar os segredos da saga Alma e Sangue.

Dados do Livro
Nome do livro:Alma e Sangue - Vol. 03 - Kara e Kman
Nome do Autor:Nazarethe Fonseca
Gênero:Romance
Ano de Lançamento:2010
Editora:Aleph

terça-feira, 10 de maio de 2011

Crimfall - Writ Of Sword

Symphonic Blackened Folk Power Viking Metal, esse sim seria o rótulo certo para o Crimfall, que passa por diversas subdivisões do Metal. Na primeira música podemos ver uma agressividade extra na guitarra, tanto na melodia do riff quanto, principalmente, no timbre, que além de sujo e pesado, parece estar expressando a raiva do guitarrista, remete bem a timbres típicos do Groove Metal, que logo contrasta com orquestras e, com a entrada de um poderoso e agressivo gutural, podemos ver um som extremamente bem feito e harmonioso, calcado num peso extremo.
Vocais femininos (um dos melhores vocais femininos que eu já escutei, diga-se de passagem) dão um toque totalmente singular e especial à banda, contrastanto com o peso e guturais agressivos. Em certas partes temos bases orquestradas magníficas guiadas pela melodia principal do violino, seguido de partes acústicas que lembram música celta e gritos bárbaros em coro.
Cáhceravga, uma pequena faixa acústica com vocais femininos, é seguida de músicas com mais ênfase no peso e na agressividade, um pouco mais puxadas para o Black Metal, mas sem deixar as atmosferas Folk e Viking e as orquestras de lado. Ainda mais épicas que as faixas anteriores, "Shackles Of The Moirai" e as seguintes são repletas de várias coisas, principalmente temáticas bastante épicas e mais peso do que as primeiras faixas do disco. 


1. Dicembré - 01:43
2. Storm Before The Calm - 05:56
3. Frost Upon Their Graves - 05:31
4. Cáhceravga - 01:11
5. Shackles Of The Moirai - 05:01
6. The Writ Of Sword - 06:53
7. Geadgái - 04:35
8. Silver And Bones - 08:21
9. Son Of North - 05:49

Formação:
Jakke Viitala - Guitar, Orchestration, Programming
Mikko Häkkinen - Vocals
Helena Haaparanta - Vocals
Miska Sipiläinen - Bass
Janne Jukarainen - Drums
Session members:
Olli Vänskä - Violin
Guest members:
Tapio Wilska - Vocals
Ville Seponpoika Sorvali - Vocals
Mathias "Vreth" Lillmåns - Vocals
Mathias Nygård - Vocals

domingo, 8 de maio de 2011

Templarios historia geral



 “Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo ad Gloriam”
(“Não para nós, Senhor, não para nós, mas para Glória de Teu Nome”)
(Salmo de David e Lema dos Templários)
As Cruzadas
No ano 1071 os turcos mulçumanos tomaram Jerusalém. Na Europa, a Igreja Católica organizou expedições militares em direção à Terra Santa, com o objetivo oficial de reconquistar os territórios sagrados de sua religião. Essas expedições foram denominadas Cruzadas, pelo fato de que seus peregrinos usavam uma cruz nas vestimentas e bandeiras.
Com a decadência do sistema feudal europeu, tornar-se um cruzado e partir para o Oriente em busca de terras e riquezas era uma alternativa considerável. Assim, a maior parte dos soldados cruzados era composta por camponeses e mendigos. Isso sugere que havia motivos comerciais e políticos camuflados sob o objetivo religioso. Além disso, os mulçumanos não se opunham a peregrinação cristã até Jerusalém. Havia apenas pequenos conflitos entre estes grupos distintos. Os cristãos solicitaram ao Papa Urbano II que os ajudasse nessas batalhas. O Papa percebeu neste pedido um pretexto para ampliar os domínios e a riqueza da Igreja. Assim, organizou e enviou o primeiro contingente cruzado.
A primeira Cruzada partiu em novembro de 1097 e contou com um apoio intenso da população. Em 1212 promoveu-se até mesmo a Cruzada das Crianças. Num momento de declínio do exército cristão em terras orientais, milhares de meninos foram levados na convicção de que a providência Divina daria a eles o que grandes e poderosos esquadrões não foram capazes de obter. A maioria dos garotos morreu doente ou em naufrágios durante a viagem. Os poucos que chegaram ao destino foram mortos ou escravizados pelos mulçumanos. Ao todo, foram organizadas oito Cruzadas até 1270, quando os cristãos viram-se obrigados a deixarem a Palestina e outros territórios conquistados.
Os combates entre cristãos e mulçumanos são considerados por alguns pesquisadores como a primeira Guerra Mundial, pois atingiu a Europa, Ásia e África. Nesse período, várias Ordens foram fundadas para garantir a peregrinação cristã e a posse das terras: Joaninos, Pobres Cavaleiros de Cristo, Teutônica, Porta-Espada entre outras.
A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo
No ano 1118, Jerusalém já era um território cristão. Assim, nove monges veteranos da primeira Cruzada, entre eles Hugh de Payen e Gogofredo de Saint Omer, dirigiram-se ao rei de Jerusalém Balduíno I e anunciaram a intenção de fundar uma ordem de monges guerreiros. Dentro de suas possibilidades, se encarregariam da segurança dos peregrinos que transitavam entre a Europa e os territórios cristãos do Oriente. Os membros fizeram votos de pobreza pessoal, obediência e castidade.
Os denominados Pobres Cavaleiros de Cristo se instalaram numa parte do palácio que foi cedida por Balduíno, um local que outrora foi o Templo de Salomão. Por isso ficaram conhecidos como Cavaleiros do Templo, ou Cavaleiros Templários. Apenas em 1127 no Concílio de Troyes, o Papa Honório II outorgou a condição de Ordem, concedendo um hábito branco com uma cruz vermelha no peito. O símbolo era um cavalo montado por dois soldados, numa alusão a pobreza.
A Ordem desenvolveu uma estrutura básica e se organizou numa hierarquia composta de sacerdotes até soldados. A esta altura, constituída não apenas por religiosos mas principalmente por burgueses, os Templários se sustentavam através de uma imensa fortuna que provinha de doações dos reinados.
Durante um período de quase dois séculos, a Ordem foi a maior organização Militar-Religiosa do mundo. Suas atividades já não estavam restritas aos objetivos iniciais. Os soldados templários recebiam treinamento bélico; combatiam ao lado dos cruzados na Terra Santa; conquistavam terras; administravam povoados; extraíam minérios; construíam castelos, catedrais, moinhos, alojamentos e oficinas; fiscalizavam o cumprimento das leis e intervinham na política europeia. Além de aprimorarem o conhecimento em medicina, astronomia e matemática. Houve até mesmo a criação de um sistema semelhante ao dos bancos monetários atuais. Ao iniciar a viagem para a Terra Santa, o peregrino trocava seu dinheiro por uma carta de crédito nominal que lhe era restituída em qualquer posto templário. Assim, seus bens estavam seguros da ação de saqueadores. O poder dos Templários tornou-se maior que a Monarquia e a Igreja.
As seguidas derrotas das Cruzadas no século XIII comprometeram a atividade principal dos Templários, e a existência de uma Ordem Militar com tais objetivos já não era necessária. Neste mesmo período, o Rei Felipe IV – O Belo – comandava a França. Diferente da maioria dos monarcas que eram subalternos, à Igreja, Felipe se engajava em campanhas aliadas ao Clérigo, em troca de benefícios políticos.
Felipe IV devia terras e imensas somas em dinheiro aos Templários. Assim, propôs ao arcebispo Beltrão de Got uma troca de favores. O monarca usaria sua influência para que o religioso se tornasse Papa. Por sua vez, Beltrão de Got se comprometeria a exterminar a Ordem dos Templários assim que alcançasse o papado. Apenas um Papa possuía poder político para fazê-lo. No ano de 1305, Beltrão de Got sobe ao Trono de São Pedro como o Papa Clemente V.

Neste momento tinha início às acusações contra os cavaleiros e a implacável perseguição em toda a Europa. O processo inquisitório contra os Templários se estendeu por vários anos sobre torturas e acusações diversas, como heresia, idolatria, homossexualismo e conspiração com infiéis. Os condenados eram levados à fogueira da Inquisição. Na França, o último Grão-Mestre da Ordem, Jacques de Molay, e outros 5 mil cavaleiros foram encarcerados pelos soldados do Rei Felipe. Na Grã-bretanha, a Ordem foi dissolvida pelo Rei Eduardo II. Na Alemanha e Suíça, os Cavaleiros foram declarados inocentes, mas a Ordem também foi suprimida.
Finalmente, em 18 de março de 1314, Jacques de Molay foi levado à fogueira da Santa Inquisição às margens do Rio Sena, em Paris. Há uma lenda, que agonizante em meio às chamas, o líder dos Templários amaldiçoou o Papa Clemente V e o Rei Felipe, dizendo que se os Templários tivessem sido injustamente condenados, o Papa morreria em no máximo 40 dias e o Rei dentro de um ano. O Papa morreu 33 dias após a execução de Molay e o Rei em pouco mais de seis meses.
Em toda a Europa, a Ordem dos Templários foi oficialmente extinta. Seus bens, o imenso contingente do exército e sua estrutura foram diluídos em outras Ordens menos expressivas. Atualmente, a Ordem Rosa Cruz e a Maçonaria se consideram ascendentes diretas dos Cavaleiros Templários.
Mistérios Templários
Durante uma jornada que se estendeu por quase dois séculos e se consagrou com um alto nível de poder e popularidade, foi gerada uma série de lendas que se confundem com fatos em torno dos Templários. Realmente, é provável que tenham desenvolvido uma filosofia influenciada pela sabedoria oriental. Mas não chegava a ser uma heresia. Soma-se a isso às acusações apresentadas no período da queda da Ordem e encontra-se uma imensidão de hipóteses interessantes: desde adoração ao demônio até a influência arquitetônica.
Até mesmo os objetivos originais da Ordem dos Templários são alvos das possibilidades. Segundo especulações, sua fundação teria sido articulada por Bernardo de Claraval (São Bernardo) para buscar a Arca da Aliança e as Tábuas das Leis Divinas no Templo de Salomão. A partir do momento que foram encontradas, os Templários se desenvolveram em todos os aspectos. O Santo Graal seria apenas uma metáfora para se referir a esses tesouros.
O mito da heresia surgiu através das acusações que dissolveram a Ordem em toda a Europa. Sobre tortura, os cavaleiros declaravam que cuspiam e andavam sobre a cruz, trocavam beijos obscenos no umbigo e nas nádegas (nesta época, beijo na boca entre homens era aceitável), negavam a divindade de Cristo e ainda idolatravam uma imagem demoníaca denominada Baphomet. Porém, após as sessões de tortura e a irrevogável condenação, os Cavaleiros negavam as confissões assinadas. Havia poucas evidências de que os Templários se desviaram dos conceitos básicos da Igreja Católica daquela época.
Na Grã-Bretanha, Robert Bruce buscava a independência da Escócia e articulava uma batalha contra o exército do Rei Eduardo II. As tropas de Eduardo possuíam armas e um contingente muito superior ao inimigo. Mesmo assim os rebeldes escoceses combateram o exército real. Acredita-se que um grupo de cavaleiros Templários, altamente treinado, teria se refugiado na Escócia e lutado ao lado de Bruce.
Provavelmente, em 1250 os Templários já haviam estado na América. Devido ao seu grande crescimento econômico através de matéria-prima e minérios como ouro e prata, escassos na Europa, supõe-se que parte de sua riqueza já havia sido extraída do continente americano. O fato de ser uma Ordem Secreta, onde os segredos só eram transmitidos entre seus membros à medida que eram promovidos, explica a ausência de registros históricos dessas navegações. Há mapas incluindo o Brasil desde 1389.
Após a extinção da Ordem, os Templários portugueses passaram a se chamar Ordem de Cristo e mudaram sua bandeira. As naus que aportaram no Brasil traziam a bandeira desta nova Ordem. Pedro Álvares Cabral seria não apenas um navegador, mas um dos altos comandantes da Ordem de Cristo, que fez uso dos mapas e cartas de navegação templários para “descobrir” o Brasil.
A arquitetura gótica surgiu repentinamente durante o desenvolvimento da Ordem dos Templários. Não pode ser considerada uma continuidade da arquitetura romana, pois os conceitos entre ambas são totalmente opostos. A arquitetura romana baseia-se numa força de cima para baixo que estabiliza toda a construção. Enquanto a gótica está baseada no princípio contrário, numa força que pressiona de baixo para cima. Esses conceitos arquitetônicos e geométricos são muito avançados para o pensamento medieval. Portanto, acredita-se que a arquitetura gótica tenha surgido através de um conhecimento secreto adquirido pelos Templários, e as várias Catedrais tenham sido edificadas para guardar suas riquezas.
Reproduçao do 1° selo templario
Considerou-se uma representação da união mística entre a cruz ea espada. As mais antigas conhecidas até agora é que a utilizada pelo Everard Mestre de Barres entre 1146 e 1149; uma cúpula encimada por uma cruz simboliza a casa do Templo de Jerusalém, que está aberta para permitir que o fogo de Pentecostes. Existem dois tipos de selos para toda a ordem, mas depois cada parcela propriedade sua, a de Huesca, em Aragão, por exemplo, tem um castelo com seis baluartes coroado com um "V" com a lenda do Osca Templi Dom (Casa do Templo de Huesca).  O primeiro selo da Ordem na frente tem um escudo com a cruz do Templo e da lenda em torno dele Signum Militia Templi (Selo da Milícia do Templo), na parte de trás tinha o Templo de Salomão, na realidade, uma esquematização a mesquita Al-Aqsa em Jerusalém, e a mesma lenda.
O segundo selo templario
O segundo selo na parte frontal oferece um cavalo montado por dois templários em um momento, equipados com escudos e lanças alongadas, circundadas pela legenda Sigillum Militum Xristi (Selo dos Soldados de Cristo), e inverter a imagem do Templo, com Legenda Templum Salomonis (Templo de Salomão). A razão para os dois cavaleiros em um cavalo tem sido interpretada de maneiras surpreendentes. Diz-se que é o símbolo do perfeito conhecimento dos Templários, a sinonímia entre "cavalo" e "Cabal", mas que era um símbolo de pobreza, e até mesmo os dois poderes que residem em Cristo. Pedro de La Palud era um frade de pregadores que depuseram no processo do início do século XIV, que passou a dizer que tinha ouvido a história de dois jóqueis Templários andava a cavalo mesmo e que ele foi depois era o diabo forma humana, disse o templário a confiar-lhe em vez de Cristo e assim salvou. Críticos Temple alegou que era prova de práticas homossexuais dos Cavaleiros. Também foi identificada como um sinal de propriedade da comunidade da Ordem, como um símbolo de união, dedicação, bom entendimento e harmonia que deve reinar entre os homens, ou como um ícone da pobreza, ao prometer o seu voto. Ele não perdeu uma interpretação esotérica, ligando o par de cavalheiros com o culto de devoção dos Templários a São Cosme e Damião, mártires dúbias e Gervásio e Caprasio, que foi identificado com o culto dos Dióscuros, ou seja, o gêmeo Castor e Pólux, da mitologia antiga. Assim, os valores seriam marca um sinal de humildade ou dualidade de alcançar a verdade de acordo com a Cabala. Foi mesmo disse que poderia ser uma imagem que lembra uma época em que os Templários e Hospitalários montaram junto, algo que nunca aconteceu.
O mestre eo mordomo são os dois únicos selos separados carregando geral, idênticos, tanto na Ordem.
Hoje, não tem sido impedido de usar os selos por homens contemporâneos costumam acompanhar a sua assinatura, utilizando apenas o documento oficial que é a comunicação interna e a comunicação em si.

terça-feira, 3 de maio de 2011

“Underneath”, novo single digital da cantora Tarja Turunen


A ex-vocalista do NIGHTWISH, Tarja Turunen, lançará um novo single, somente via digital, “Underneath”, em 22 de abril. O single, composto por três músicas, será disponibilizado para a Áustria, Suíça, Rússia, Polônia, Finlândia, Suécia, Ucrânia, França e Reino Unido. É composto de duas versões inéditas da linda balada “Underneath”, mais uma faixa inédita em espanhol.

"Underneath" tracklist:
01. Underneath (rádio mix)
02. Underneath (mix orquestral)
03. Montañas de Silencio
 
Na América do Norte, o single será lançado em 24 de maio como uma versão exclusiva em vinil de sete polegadas com duas faixas: “Underneath” (rádio mix) e “Underneath” (mix orquestral).

Turunen fará um dueto com Jyrki 69 do THE 69 EYES durante a transmissão do programa “Idols Tekee Hyvää”, no canal finlandês MTV3 na manhã de Páscoa, 24 de abril. Os lucros do evento, que é baseado no popular formato americano “Idols Gives Back” para a Finlândia pela primeira vez, será direcionado para projetos de educação para crianças e adolescentes atingidos pela pobressa em países como Haiti e Camboja.
O segundo álbum solo de Tarja, “What Lies Beneath”, vendeu cerca de 1.300 cópias nos EUA em sua semana de lançamento. O CD estreou na 24ª posição na lista Top New Artist Albums (Heatseekers) , que mostra os álbuns mais vendidos por artistas novos e em ascenção, definidos como aqueles que nunca apareceram no Top 100 da Billboard 200.
“What Lies Beneath” foi lançado na América do Norte em 14 de setembro de 2010, via The End Records. O primeiro single do CD, “Falling Awake” (contendo a participação de Jason Hook, do FIVE FINGER DEATH PUNCH), foi lançado em 14 de agosto de 2010 em vinil edição limitada de sete polegadas pela The Omega Order e disponibilizado em 24 de agostos no formato digital. O single ainda contém a música “The Good Die Young” – uma música do mais recente álbum do SCORPIONS contendo Tarja nos vocais.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sonetos Góticos



O que seria da vida
Sem a luz da tua alma a me lumiar
Como seriam os meus dias
Sem o ardor do teu altar
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Onde encontro meu abrigo
Em tal sentido sem razão
Pois tu és canção lírica
Que reluz minha alma agora
Teu sentimento obscuro
É minha felicidade mórbida.
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Um amigo me ensinou a amar
Um inimigo me ensinou a odiar
Um pensamento me ensinou a rimar
Para as trevas me apagar...
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
A ansiedade me faz buscar algo...
Algo que não encontro Viagens
Ao meu subconsciente me acalmam.
Mas a dor é como
Uma navalha que rasga a pele fere a carne.
Cicatrizes, nunca somem são marcas.
Do destino que moram em nosso corpo. 
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Vejo a noite chegar, e com ela os doces.
Delírios que a dor vê aliviar
Cansei de sofrer só me
Resta esperar e à tristeza me entregar
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Que por nele viver, amar e.
Sofrer vai escriturando
Como lampejo em duros
Enganos de minha dor, E assim…
Com palavras te beijo!

Por Tiago Dotto (Goticus Eternus)